A vida é cíclica! Os gregos tinham isso em sua cultura. Nietzsche retoma essa compreensão de mundo dos gregos do eterno retorno e lhe dá uma roupagem mais contemporânea, mas é sempre a ideia de ciclos, de encerramentos e recomeços.

Terminei um ciclo. Meu projeto de pesquisa “O Grupo Prático de Deslocamentos e a Constituição das Noções de Espaço Objetivo e Objeto Permanente” findou-se. Deu-me bons frutos os três anos em que nele trabalhei. Sim, foram três anos de trabalho intenso. Programado, primeiramente, para ser realizado em dois anos, mas houve um pedido aprovado de prorrogarmos por mais um ano.

Foi de grande produtividade esse período. Pudemos realizar, como atividade do projeto, o I Congresso de Epistemologia Genética da Região Amazônica. Além, claro de participarmos de vários eventos nacionais e até um internacional (na Argentina) nos quais apresentamos os resultados de nossas pesquisas.

Mas esse ciclo se fechou. Contudo um novo ciclo se abre! Novo projeto está em tramite de aprovação. Intitulado “O Conhecimento enquanto problema da Epistemologia Genética”, no qual temos a intenção de continuar nossas investigações sobre a gênese e desenvolvimento do aparato cognitivo e dos conhecimentos, principalmente com quatro noções que são muito caras à Epistemologia, são eles: Espaço, Tempo, Causalidade e Substância.

Serão novos desafios. Dentre eles a institucionalização do GEPEGRA – Grupo de Estudos e Pesquisa em Epistemologia Genética da Região Amazônica, que já estava delineado no projeto que se findou, mas que vem com força para, finalmente, ser uma realidade em nossa UNIR.

Estamos, também, com o firme propósito de realizarmos o II Congresso de Epistemologia Genética da Região Amazônica, que acontecerá no período de 17 a 19 de outubro próximos.

Além, claro, dos desafios enormes da orientação em Iniciação Científica de todos os discentes envolvidos no GEPEGRA e, principalmente, da bolsista PIBIC/CNPq/UNIR que, também, fecha um ciclo e abre-se a um novo, pois estamos propondo a prorrogação da bolsa por mais um ano.

Enfim, muito trabalho pela frente, mas nada é mais gostoso do que estar envolvido em um trabalho que nos dá prazer em realizá-lo. Um ciclo se fecha, outro se abre, é a vida que continua e os horizontes se ampliando!!

É fato que o modelo dos países de primeiro mundo, em alguns aspectos, serve para nortear a caminhada dos países em desenvolvimento rumo a sua independência, de fato, na roda viva do mundo contemporâneo.

Não falo aqui em copiar as mazelas a que esses países relegam parte de sua população e das populações empobrecidas do mundo, mas no que eles fizerem em seu histórico de desenvolvimento para atingirem o nível de desenvolvimento em que se encontram.

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