Oi pessoal,

Esse post vai ser bem diferente do que normalmente eu publico por aqui, mas nos últimos tempos, além de me dedicar à pesquisa de doutorado, estou, nas poucas horas vagas que tenho, estudando Python, uma linguagem de programação extremamente interessante e eficaz. E isso para dizer o mínimo. A linguagem é extremamente poderosa para os mais diversos trabalhos, mas não é dela que vou falar aqui hoje, isso vou deixar para um outro momento.

Como uma linguagem interpretada, um dos super-poderes do Python, temos além do interpretador padrão, que vem quando vc instala a linguagem em sua máquina (para quem usa Linux ela já vem instalada) existem outros, digamos, sabores do interpretador da linguagem, cada um com seus prós e contras, mas vou me dedicar especificamente a um que venho usando nos meus estudos que é muito bacana e que possibilita uma customização interessante. Falo do iPython.

Estou escrevendo esse texto, pois para quem está iniciando com o iPython, que é o meu caso, customizar não é algo assim tão trivial. Nesse caso eu tive a excelente ajuda do Henrique Bastos, cara super bacana e que tem me auxiliado pra caramba nos meus estudos de Pythton.

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É fato que o modelo dos países de primeiro mundo, em alguns aspectos, serve para nortear a caminhada dos países em desenvolvimento rumo a sua independência, de fato, na roda viva do mundo contemporâneo.

Não falo aqui em copiar as mazelas a que esses países relegam parte de sua população e das populações empobrecidas do mundo, mas no que eles fizerem em seu histórico de desenvolvimento para atingirem o nível de desenvolvimento em que se encontram.

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